Arquivo

Inteligência Artificial

Um programa de computador para quem não movimenta os braços.

É preciso instalar uma câmera no computador, que reconhece o movimento da cabeça e move o cursor na tela. O clique é feito com os olhos.

Um programa de computador desenvolvido por uma universidade da Espanha pode dar mais independência às pessoas tetraplégicas. Elas conseguem acessar a internet sem a ajuda de ninguém.

Foi paixão à primeira vista. Bastou uma piscadinha de lá, outra de cá e Talita não vive sem ele. Um programa de computador para quem não movimenta os braços. Antes de ficar tetraplégica, a moça vivia na internet. Depois, só com ajuda para clicar, digitar. Agora, isso acabou.

“Posso mexer sozinha agora, dá pra fazer tudo, estudar, conversar com amigos, distrair”, conta a estudante Talita Abreu.

O programa é simples e está disponível de graça na internet. Precisa apenas instalar uma câmera. Primeiro, ela reconhece o movimento da cabeça e move o cursor na tela. O clique é feito com os olhos.

E um teclado virtual ajuda a escrever. “A partir daí podemos ver o potencial do paciente e executar o principal da reabilização, que é reincluí-lo socialmente”, disse o gerente de reabilitação AACD, Marcelo Ares.

Uma ferramenta como essa faz mais do que devolver a auto-estima e a independência. Imagine-se na frente de um computador, mas sem o mouse ou o teclado. Um mundo inteiro aqui, bem perto, mas fora do seu alcance.

Para muita gente, esse mundo, e tudo o que ele ajuda no nosso mundo de verdade, ficou mais acessível.

Eduardo sempre usou uma vareta para acessar o computador. Nessa tela, descobriu a vocação, estudou para o vestibular de jornalismo e já se prepara para uma carreira.

Bastou experimentar o novo programa, para ele perceber que pode chegar lá. E com mais rapidez. “Vai ficar mais ágil, mais rápido e isso é bom pra jornalista. Tempo é dinheiro, né?”, lembrou o estudante de jornalismo, Eduardo George.

Para baixar o programa, entre no site, que é em inglês e em espanhol.

http://robotica.udl.cat/

Pensando sobre vários aspectos relevantes aos estudos na computação segue abaixo a Introdução de um artigo sobre um termo chamado ‘Métodos Seletivos’.

Método Seletivo de Aquisição de Conhecimento Intermediado por Máquina

Introdução:

Algoritmo Seletivo
Algoritmo Seletivo

É certo que a inteligência artificial está abrangendo cada vez mais na comunidade científica, fato esse que deverá ter um papel importantíssimo para o futuro das pesquisas acadêmicas e futuro dos que usam de meios computacionais para o dia-a-dia. O fato concebido como visão ampla a capacidade de prototipar ao computador a capacidade de pensar com bom senso é um fato que desafia milhares de estudioso sejam eles informatas ou não. Para grandes cientistas, a visão do bom senso está longe de ser concreta por uma máquina, humanos pensam, processam e buscam informações com uma facilidade incrível. Discussões a respeito da evolução da computação decorrente ao advento da IA são constantes, sejam elas a favor ou contra. A capacidade em tornar real ciências comportamentais humanas em máquinas se faz limitada, segundo Heinz Von Foerster, biofísico da Universidade de Illinois, em entrevista para o livro “Do Caos a Inteligencia
Artificial”, p 203, de Guita Pessis. ao explicar sobre a distinção entre criatividade humana e máquina, nos traz a história do macaco que bate na máquina de escrever durante dois mil anos e acaba produzindo Hamlet. Essa obra habita certamente os macacos, mas a significação desse texto com mais de três mil quilômetros só é compreensível para o homem que vai lê-lo, e não para o macaco que o houvesse datilografado por acaso. Muito obstáculos se fazem reais para algo que se torna polêmico a sociedade, o poder que exerce sobre a Inteligência Artificial é a chave para uma evolução que ainda não temos conhecimento, o nascimento desse estudo poderá viabilizar o que para muitos seria impossível, o nascimento de uma quinta geração de computadores inteligentes com a capacidade de raciocinar.

Em forma abrangente inúmeras fontes estudam uma melhor forma de interação homemcomputador, segundo Stuart Hussel e Peter Norving em seu livro “Inteligencia Artificial”, abrem-se questões que para muitos são intrigadoras. Poderia um computador raciocinar? seria utopia acharmos que um sistema inteligente pudesse demonstrar sentimentos como o amor, tristeza ou felicidade? Inúmeras maneiras são desenvolvidas para tentar criar formas de garantir ao computador o auto-conhecimento. Criar a verdadeira arbitrariedade do que é certo ou errado, buscar e aprender o que é viável e descartar o que não é se faz de extrema necessidade, e essa é uma façanha do projeto seletivo, possibilitando que dessa forma muitas incógnitas possam ser resolvidas fazendo no mundo atual a imagem de termos o desenvolvimento de máquinas com capacidades humanas.

Alcançar a busca heurística, aproveitar o conhecimento através da experiência, criando sua própria decisão do certo e errado foi um desafio dos anos 50 com os estudos da Inteligência Artificial, tendo como berço primário a publicação do artigo “Computing Machinery and Intelligence” do matemático inglês Alan Turing (1912-1954). Os sistemas computacionais até então exerceram avanços que para alguns estudiosos mais antigos seria impossível de serem exercidos. Quando Allan Turin estudou a respeito de sistemas com inteligência artificial, ele acreditava que uma máquina só poderia ser inteligente a medida que, em uma conversa entre um computador e um intermediador em um limite curto de tempo o mesmo não percebesse que em torno desse período ele estivesse de certo conversando com uma máquina. Hoje em dia, sistemas de interação homemmáquina já absorvem um recorde muito superior aos cinco minutos adotados por Turing, tal contribuição é facilmente percebida nos desenvolvimentos de programas conhecidos como
chatterbots que normalmente são criados para interações em linguagem natural. Sistemas de interação e processamento de linguagem natural podem ser usados em larga escala no processo de desenvolvimento, estejam eles ligadas no processo da informação, na comunicação empresarial, na educação de jovens, no ensino de línguas estrangeiras, em sistemas de suporte a usuários e em várias maneiras possíveis determinadas através da imaginação adotada dos desenvolvedores. Podese atualmente notar que a unidade de processamento cerebral sobressai quando comparada a uma CPU, fato este que impulsiona as pesquisas em criar cada vez mais unidades com um poder de processamento maior, atualmente em versão comercial, podemos encontrar centrais de processamento com até quatro núcleos, quanto maior o poder de processamento ( multi-processo) síncrono, maior a possibilidade de recriar um cérebro artificial.

Por Erasmo Soares.

* Para acessar o projeto ’Metodos Seletivos’ segue link que o guiará ao Sistema Misha:

http://demo.vhost.pandorabots.com/pandora/talk?botid=f98bed728e36a83c

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 100 outros seguidores