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Oracle

Em entrevista para a Oracle Magazine de Junho o arquiteto chefe da Oracle fala sobre suposições futuras da Oracle, dentre as quais o universo Open Source pela Oracle, virtualização, sobre o Oracle Cloud Office projeto organizado sobre o conhecido produto Sun OpenOffice entre outras informações, vale a pena conferir.
Fonte: Interview by Rich Chewrin, pag. 23, Oracle Magazine JULY/AUGUST 2010.

Estive esses dias pesquisando materiais relacionados à prova de certificação 11g para desenvolvedores. De fato até um tempo este material para estudo não era coisa fácil já que a prova de certificação 1z0-146 ser nova no caminho de certificações da Oracle. Nesses últimos dias consegui um bom material para certificação OCP, Advanced PL/SQL Developer.  Se alguém estiver interessado basta me enviar um email que disponibilizo este material, lembrando que existem bons livros no mercado que já abordam os assuntos das provas, em um próximo post estarei apresentando alguns bons livros. Para se tornar um profissional OCP, você precisará ter concluído os caminhos para conquista do certificado OCA, assim como os materiais para certificação OCP, também tenho alguns materiais e dicas para a prova Oracle Certified Associate.  Retirei da página da Oracle University os assuntos correspondentes à prova de PLSQL Avançado:

Vale lembrar que a Oracle é bem rígida em relação aos assuntos para certificação, tudo que tem relacionado é o que cai na prova, de fato como as questões são feitas de forma aleatória pelos servidores pode ser que algum dos assuntos não apareçam na prova que você está fazendo, mas por garantia é bom sempre estudar todos os assuntos, as apostilas oficiais da Oracle são muito boas já que as questões das provas são baseadas nos assuntos abordados por ela, abaixo vemos uma breve descrição das Certificações Oracle:

Oracle Certified Associate

The Oracle Certification Program begins with the Associate level, which recognizes achievement in mastering introductory Oracle skills.  The Oracle Certified Associate tier was designed to provide for an entry-level DBA certification designation for the Oracle platform. To receive this Certification you must pass two Introductory Exams.

Oracle Certified Professional

The Oracle Certified Professional candidates have proven skills for managing a large scale database or developing robust applications that are deployed enterprise-wide. To receive this Certification you must attend an on-line or in-class training course at the Oracle University and pass one Intermediate level Exam.

Oracle Certified Master

The Oracle Certified Master (OCM) credential is the most advanced Database Administrator certification. It requires that you attend an on-line or in-class training course at the Oracle University. To obtain the OCM you first need to acquire the Oracle Certified Associate (OCA) and Oracle Certified Professional (OCP) credentials.

Oracle Certified Expert

The Certified Expert credentials recognize competency in specific technologies, architectures or domains not currently covered in the path-based Certified Associate and Certified Professional certifications.

Na imagem abaixo estão os caminhos necessários para conquista das certificações para desenvolvedores PL/SQL.

Fontes.: http://en.wikipedia.org/wiki/Oracle_Certification_Program

http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=3

A batalha da Oracle com as autoridades regulatórias europeias quanto à sua aquisição da Sun Microsystems se resume a um conflito sobre a importância do software livre e o papel do governo em protegê-lo.

A disputa verbal se intensificou esta semana depois que a União Europeia apresentou objeções verbais, na segunda-feira, à oferta da Oracle pelo controle da Sun, no valor de US$ 7,4 bilhões.

A Oracle imediatamente atacou as objeções, alegando que se baseavam em “profunda incompreensão” do mercado de software. Na terça-feira, a União Europeia contra-atacou, e um porta-voz de Neelie Kroes, a comissária da competição, descartou as críticas da Oracle definindo-as como “fáceis e superficiais”.

Em um determinado nível, essa troca de acusações se enquadra em um padrão conhecido nas disputas antitruste entre Bruxelas e empresas norte-americanas de tecnologia, como a Microsoft e Intel. Os norte-americanos tendem a retratar as autoridades europeias como burocratas sem qualquer conhecimento tecnológico, enquanto os europeus retratam as empresas norte-americanas como arrogantes e adeptas da intimidação.

Mas o caso da Oracle também reflete as visões muito distintas quanto ao software de fonte aberta, entre as autoridades antitruste da União Europeia e as dos Estados Unidos. Os fiscais europeus querem que a Oracle venda uma divisão da Sun que administra o mais popular dos programas abertos de banco de dados, o MySQL.

Como todos os produtos de fonte aberta, o código do MySQL é distribuído gratuitamente e as empresas que trabalham com ele tentam ganhar dinheiro vendendo assistência técnica e recursos adicionais de software a clientes empresariais.

As autoridades antitruste europeias temem que a Oracle, a maior produtora de software fechado para bancos de dados, teria pouco incentivo para manter o MySQL e investir no sistema, que serve como possível rival aos seus produtos.

O Departamento da Justiça dos Estados Unidos não compartilha das preocupações europeias. Depois da decisão de Bruxelas, anunciada segunda-feira, as autoridades regulatórias norte-americanas divulgaram um comunicado incomum, afirmando que haviam concluído que existia “uma grande comunidade de programadores e usuários do software de fonte aberta da Sun”, que provavelmente continuaria a manter e aperfeiçoar o software a despeito de quaisquer futuras decisões da Oracle sobre o produto.

Michael Cusumano, professor da Escola Sloan de Administração de Empresas, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), disse que a “grande guerra” transatlântica sobre o software de fonte aberta não era surpresa.

“Faz sentido que os europeus saiam em defesa das companhias de fonte aberta, porque as grandes empresas de software fechado são quase todas norte-americanas”, afirmou. (A exceção é a alemã SAP, que produz software de gestão empresarial.)

Os governos europeus há muito consideram o software de fonte aberta como uma potencial ferramenta para o desenvolvimento e a independência econômica.

Essa visão foi exposta cerca de nove atrás em um relatório de um comitê de assessoria tecnológica da Comissão Europeia. O software de fonte aberta, concluía o relatório, representava uma “grande oportunidade” para a região, que poderia talvez “mudar as regras no setor de tecnologia da informação”, conquistando dos Estados Unidos a liderança no software e reduzindo a dependência europeia de importações.

Diversos países da Europa têm programas em vigor para encorajar agências de governos nacionais e locais a considerar o uso de software de fonte aberta, como o MySQL e o Linux, de preferência ao sistema operacional Windows, da Microsoft.

O papel econômico ampliado do software de fonte aberta, dizem especialistas em questões jurídicas, parece ter influenciado o raciocínio das autoridades antitrustes europeias.

“Existe uma maior sensibilidade à importância do software de fonte aberta na Europa”, disse Andrew Gavil, professor de Direito na Universidade Harvard. “Eles valorizam a concorrência estimulada pelo software de fonte aberta e a necessidade de apoiar essa concorrência, ao contrário do que acontece nos Estados Unidos”.

Dennis Oswell, advogado especialista em questões antitruste no escritório Oswell & Vahida, em Bruxelas, disse que a ação contra a Oracle também refletia maior disposição das autoridades regulatórias europeias no que tange a agir contra possíveis ameaças à livre competição antes que exista prova de danos.

“Os europeus estão dispostos a policiar os mercados prospectivamente ¿mesmo em caso de um setor veloz como a tecnologia – para garantir concorrência efetiva no futuro”, disse Oswell. Em contraste, as autoridades regulatórias norte-americanas “veem os preços baixos e o mercado competitivo hoje existente e consideram que preocupação excessiva com o que pode ou não acontecer amanhã é desnecessária”.

A revisão do acordo entre Oracle e Sun tem cronogramas diferentes nos Estados Unidos e na Europa, ainda que os investigadores norte-americanos e europeus tenham feito consultas conjuntas a alguns dos clientes das duas empresas, como parte de suas investigações.

Anunciada em abril, a investigação dos dois diferentes conjuntos de autoridades regulatórias tinha por foco a linguagem de programação e tecnologia de internet Java, criada pela Sun e amplamente utilizada, de acordo com uma pessoa próxima à Oracle, que pediu que seu nome não fosse mencionado por não estar autorizada a falar pela companhia.

Em agosto, disse essa fonte, o foco da investigação europeia passou a ser o MySQL, o que surpreendeu um pouco a Oracle. As autoridades europeias pediram que a Oracle vendesse a divisão MySQL depois da aquisição, e a Oracle resistiu ao apelo.

Kroes tratou da questão em público pela primeira vez em setembro, duas semanas depois que a divisão antitruste do Departamento da Justiça norte-americano aprovou a aquisição pela Oracle. Ela disse, naquele momento, que estimular o software de fonte aberta era essencial em um momento no qual o mundo está emergindo de uma desaceleração econômica.

Kroes se reuniu no mês passado com Safra Catz, presidente da Oracle, mas não conseguiu muito progresso. A posição da Oracle é a de que os produtos de bancos de dados da MySQL e da Oracle raramente competem de forma direta. O MySQL é um software rápido e leve de banco de dados usado principalmente em aplicativos de software na Web. Os programas de bancos de dados da Oracle, por sua vez, são mais pesados e se destinam a acionar aplicações empresariais, como software de gestão de vendas.

“A Europa está absolutamente certa de que existe um problema de concorrência no mercado de software de bancos de dados para empresas, mas o MySQL na verdade não concorre com a Oracle”, disse Roger Burkhardt, presidente-executivo da Ingres, uma companhia que produz software de fonte aberta para bancos de dados e concorre diretamente com a Oracle no mercado empresarial.

O MySQL, disse a fonte próxima à Oracle, é concorrente mais natural do SQL Server, o produto de bancos de dados da Microsoft. E a Oracle tem todos os motivos para investir no MySQL e concorrer com a Microsoft, disse a fonte. Uma audiência pública sobre o caso da Oracle está marcada para 25 de novembro em Bruxelas. A decisão da União Europeia sai em 19 de janeiro. O revés na Europa representa uma experiência nova e desconfortável para a Oracle e seu presidente-executivo, Larry Ellison.

A empresa dele teve duas aquisições anteriores aprovadas sem problemas na Europa: a tomada de controle da PeopleSoft, em 2004, e a da Siebel System, um ano mais tarde. As duas companhias produziam software fechado para empresas.

Por Steve Lohr e James Kanter, New York Times

Tradução: Paulo Migliacci ME

Fonte.: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4096063-EI4803,00Diferencas+culturais+influenciam+fusao+da+Oracle+com+a+Sun.html

A Oracle está permitindo que a aprovação das autoridades regulatórias à sua aquisição da Sun Microsystems, por 7 bilhões de dólares, demore meses, devido a uma controvérsia quanto a um banco de dados que a maioria dos usuários obtém gratuitamente.

O banco de dados MySQL, da Sun, embora minúsculo como fonte de receita, é importante para a Oracle porque pode ajudar a companhia a se expandir a novos mercados e melhorar sua posição competitiva diante da grande rival Microsoft, dizem os analistas.

A base de clientes do MySQL é formada por pequenas e médias empresas que utilizam a tecnologia para operar sites e armazenar dados de negócios. Os bancos de dados Oracle costumam se sair mal nesses mercados, e a empresa em lugar disso se concentra em grandes clientes corporativos.

“A base instalada da Oracle representa o Velho Mundo ¿ o mercado existente de aplicativos empresariais. Mas existe todo um Novo Mundo que a Oracle não foi capaz de capturar,” disse Marten Mickos, antigo presidente-executivo da MySQL.

Embora as autoridades dos EUA já tenham aprovado o acordo, os fiscais antitruste da União Europeia apresentaram uma declaração de objeções na segunda-feira, alegando que a transação prejudicaria a competição no mercado de bancos de dados, que movimenta US$ 19 bilhões ao ano, caso a Oracle tomasse o controle da MySQL.

Essas preocupações causaram meses de atraso à transação, e resultaram em prejuízos que o presidente-executivo da Oracle, Larry Ellison, calcula em centenas de milhões de dólares.

A Oracle se recusa a ceder quanto ao MySQL, ativo que os analistas consideram possa ajudar a segunda maior produtora de software para empresas a se expandir rumo a novos mercados. Google, Amazon, Facebook e diversas agências de viagem online estão entre os gigantes da web que usam software MySQL em seus sites, e esse é um mercado que a Oracle encontrou dificuldades para penetrar.

O MySQL, um produto de fonte aberta disponível para download gratuito na Internet, é o único programa de banco de dados de uma grande empresa disponível a custo zero. A Sun fatura oferecendo versões com recursos adicionais, e serviços como atualizações para corrigir defeitos.

Fonte..: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4095618-EI4803,00Por+que+a+Oracle+esta+batalhando+tanto+pelo+MySQL.html

Big Boss

Three decades ago, Larry Ellison saw an opportunity other companies missed when he came across a description of a working prototype for a relational database and discovered that no company had committed to commercializing the technology. Ellison and his co-founders, Bob Miner and Ed Oates, realized there was tremendous business potential in the relational database model—but they may not have realized that they would change the face of business computing forever.

With the agility of a much smaller company, Oracle has proved throughout its history that it can build for the future on the foundation of years of innovation, intimate knowledge of its customers’ challenges and successes, and the best technical and business minds in the world. The company has shown both the ability to leverage its immense size and strength to serve its customers, as well as the capacity to make decisions that upend conventional wisdom and take its products and services in new directions.

After 30 years, Oracle remains the gold standard for database technology and applications in enterprises throughout the world: The company is the world’s leading supplier of software for information management, and the world’s second largest independent software company. Oracle technology can be found in nearly every industry, and in the data centers of 100 of the Fortune Global 100 companies. Oracle is the first software company to develop and deploy 100 percent internet-enabled enterprise software across its entire product line: database, business applications, and application development and decision support tools.

It is innovation that drives Oracle’s success. Oracle was one of the first companies to make its business applications available through the internet—an idea that is now pervasive. With the release of Oracle Fusion Middleware, Oracle has begun debuting new products and functionality that reflect the company’s goal: connecting all levels of enterprise technology to help customers access the knowledge they need to respond to market conditions with speed and agility. Today, Oracle Real Application Clusters, Oracle E-Business Suite, Oracle Grid Computing, support for enterprise Linux, and Oracle Fusion all fuel a commitment to innovation and results that has defined Oracle for thirty years.

What’s in store for tomorrow? We will strive to become No. 1 in middleware and No. 1 in applications, just as we’ve done in database. Our goal is to continue to innovate and to lead the industry—while always making sure that we’re focused on solving the problems of the customers who rely on our software.

Today, Oracle is the largest business software company in the world, with more than 320,000 customers—including 100 of the Fortune Global 100—and supports these customer in more than 145 countries.

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